Notícias PROIFES

Sindicatos federados ao PROIFES engrossaram manifestações do dia 30

A greve geral realizada no último dia 30 de junho contou com mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras em praticamente todas as regiões do país. Os sindicatos federados ao PROIFES não ficaram de fora, realizando atos e paralisações na luta contra as reformas trabalhista e previdenciária do governo ilegítimo de Michel Temer.

Rio Grande do Sul

No centro de Porto Alegre, a ADUFRGS-Sindical esteve presente na passeata, que partiu da Faculdade de Educação em direção ao Largo Glênio Peres. Depois de reunir-se com trabalhadores e movimentos sociais, os professores caminharam até o Palácio Piratini, onde continuou o protesto pedindo o fim das reformas e eleições diretas.

O vice-presidente da ADUFRGS-Sindical, Lúcio Vieira (IFRS/Porto Alegre), avaliou as manifestações do dia 30 de junho como positivas e necessárias para se seguir na pressão contra as reformas. Em consulta eletrônica realizada entre os dias 20 e 27 de junho, cerca de 60% dos professores votantes, disseram SIM à adesão do Sindicato à Greve Geral.

Rio Grande do Norte

No Dia Nacional de Paralisação, 10 mil trabalhadoras e trabalhadores protagonizam #GrevePorDireitos na capital potiguar e, mesmo sob chuva, ecoam disposição em barrar as reformas previdenciária, trabalhista e a terceirização.A movimentação tomou as ruas de Natal nesta sexta-feira, 30, numa demonstração de apoio da população e unidade do sindicalismo e dos movimentos sociais, Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo, junto a setores significativos da Igreja Católica e outros segmentos.

Com a marca da diversificada expressão crítica do povo brasileiro, a manifestação de rua em Natal aconteceu depois de um dia de paralisações, marchas, piquetes, bloqueios de rodovias, carreata e ato político-cultural em todo o Estado do Rio Grande do Norte, e apontou a saída de Temer e a convocação de eleições #DiretasJá como única saída para o impasse político e a conflagração que se criou no país.

Presente ao ato, o presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte, fez uma avaliação positiva e afirmou que a movimentação deve pressionar o governo e o Congresso no debate sobre as reformas. “O povo brasileiro, com muita disposição e firmeza, deu um duro recado aos parlamentares”, disse.

A professora Gilka Pimentel, vice-presidente do Sindicato e diretora do PROIFES-Federação, ressaltou a importância do Dia Nacional de Paralisação para barrar a violação dos direitos trabalhistas e o processo de desmonte do Estado Social e das políticas públicas educacionais preterida pelo governo Temer.

Goiás

O ADUFG-Sindicato e diversas outras entidades sindicais, estudantis e movimentos sociais saíram às ruas em Goiânia no dia 30 contra as propostas do governo federal de reforma da Previdência pública e da CLT. A concentração começou às 8h na Praça Cívica e, ao final da manhã, os trabalhadores desceram em ato pela Avenida Goiás até a Praça do Bandeirante, onde ocorreu a dispersão.

A manifestação foi a terceira mobilização nacional de greve geral articulada pelas centrais sindicais nesse ano. No dia 15 de março e 28 de abril também ocorreram movimentos semelhantes de enfrentamento às reformas.

Além de professores da UFG, estiveram presentes técnico-administrativos da UFG, docentes do Instituto Federal de Goiás (IFG), estudantes, bancários, trabalhadores da Celg e da Saneago, vigilantes, jornalistas, trabalhadores da saúde, servidores do fisco estadual, da previdência, de órgãos federais entre outros. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

 

Paraná

No Paraná, servidores do Instituto Federal do estado paralisaram atividades em diferentes campi. Em Curitiba, na capital paranaense, servidores se reuniram 12h na Boca Maldita convocados pelas Centrais Sindicais.

O SINDIEDUTEC-Sindicato esteve lá com faixas e distribuindo panfletos, com a presença de seu presidente, Otávio Sampaio, e de seu diretor financeiro, também tesoureiro do PROIFES-Federação, Nilton Brandão. Houve paralisações, conversas, atos e panfletagem nos campi do IFPR das cidades de Assis Chateaubriand, Astorga, Foz do Iguaçu, Goioerê, Irati, Londrina, Pitanga, Ponta Grossa e Umuarama.

Bahia

Na Bahia, representantes da APUB-Sindicato se uniram a servidores e servidoras públicos, trabalhadores e trabalhadoras, representantes de movimentos sociais, sindicalistas e público em geral se reuniram no centro da capital, com cartazes, cantos e marcha contra as reformas do governo Temer.

Pará

Em Belém os manifestantes e grevistas marcharam pelas ruas da capital. O Sindproifes-PA esteve presente, engrossando as fileiras e atuando junto à população contra o desmanche de direitos sociais e trabalhistas.

Notícias Relacionadas

Agência Proifes

Menu