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Presidente do PROIFES palestra a docentes do Instituto Federal de Brasília sobre aposentadoria e previdência complementar

Na tarde desta quinta-feira, 25 de setembro, o presidente do PROIFES-Federação, professor Eduardo Rolim de Oliveira, acompanhado do diretor de Assuntos Educacionais, Remi Castioni, esteve no Instituto Federal de Brasília (IFB) para apresentar o atual cenário previdenciário e explicar como cada reforma realizada afetará a aposentadoria dos docentes.

O convite ao PROIFES partiu de professores do IFB que sentiam necessidade de se informar e compartilhar informações sobre o tema com os demais colegas. “Nosso instituto é jovem e muitos colegas ingressaram há pouco tempo. Outros, ainda estão sendo chamados e chegam, muitas vezes, sem ter dimensão de como o fator tempo corre desfavorável.

Esta é uma questão que afetará nossas vidas no futuro, mas cujo encaminhamento urge desde já”, disse Roberto dos Santos da Silva, docente do Instituto e um dos organizadores do evento.

Rolim explicou as consequências para os funcionários públicos resultantes das três Reformas da Previdência: A de 1998, do Governo Fernando Henrique Cardoso, a de 2003, Governo Lula, e a de 2012, no Governo Dilma. Com base nas mudanças causadas pelas reformas, o presidente do PROIFES distingue quatro gerações de aposentados. No caso do IFB, por ser um Instituto novo, a maioria dos professores estão na chamada 3ª geração, ou seja: ingressantes entre 19/12/2003 até a instalação da Previdência complementar – 03/02/2013. Para estes servidores acabou a integralidade e a paridade. Já para os da 4ª geração, ou seja, aqueles que ingressaram após a vigência da Lei que criou a Previdência complementar, em 04/02/2013, terá o Regime Próprio x Regime de Previdência Complementar.

Neste último caso, restará ao professor escolher se participará ou não da FUNPRESP (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal) como um dos meios de aumentar o valor de sua aposentadoria, para além do teto do Regime Geral da Previdência Social, atualmente em R$ 4.390,24. “Muitos professores que entraram no sistema educacional federal após 2004 não sabem que perderam a aposentadoria integral e paritária. Os que entraram após 2013, caso não contribuam para o Funpresp, receberão, quando se aposentarem, somente o teto estipulado pelo INSS”, afirmou Eduardo Rolim, que esteve à disposição dos presentes para sanar dúvidas.

Com o objetivo de fornecer todos os dados e informações necessárias para subsidiar essa importante decisão, o PROIFES elaborou uma cartilha detalhada, informando os professores e técnicos federais da maneira mais clara possível sobre os cenários previdenciários, pois avalia que dificilmente as reformas constitucionais aprovadas serão revertidas. “Estamos realizando palestras elucidativas como esta em vários estados. Só este mês, já estivemos no Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e agora, Brasília, pois o assunto precisa ser incorporado às discussões do dia-a-dia da comunidade acadêmica”, concluiu.

Confira abaixo os vídeos da palestra:

Parte 1

Parte 2

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Agência Proifes

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