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Presidente da Adufg Sindicato fala sobre greve ao Jornal Opção

Fonte ADUFG Sindicato, 29 de abril de 2015

imagem atualEm entrevista ao Jornal Opção nesta terça-feira, 28/04, o diretor presidente do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás, Flávio Alves da Silva, comentou sobre os boatos de greve que circulam na UFG desde segunda-feira.

O professor Flávio Alves da Silva explicou aos jornalistas que a Adufg Sindicato é filiada à Federação de Sindicatos de Professores das IFEs. O PROIFES-Federação está, nesse momento, em processo de negociação com o Governo Federal. A próxima reunião está agendada para 14 de maio, quando começarão as reuniões a intervalos semanais durante os meses de maio, junho e julho.

“Após as primeiras reuniões, convocaremos uma assembleia geral dos professores da UFG. Devemos reforçar que não somos mais filiados ao Sindicato Nacional, o Andes, desfiliação que foi realizada em 2011 e ratificada no último dia 08 de abril”, esclareceu o presidente. Portanto, a Adufg Sindicato é a única entidade que representa os professores da Universidade Federal de Goiás.

Na entrevista, Flávio Alves da Silva ainda afirmou que não há previsão de greve para os professores da UFG. “Por enquanto não há possibilidade, porque estamos em negociação [com o governo federal]”, disse.

Confira outros trechos da entrevista concedida ao Jornal Opção Online:

O presidente da Adufg não desconsidera, porém, a possibilidade de greve caso as conversas com o governo sejam frustradas. “Ainda não deram motivo, mas é claro que não está descartada. Greve é uma ferramenta de negociação para o trabalhador”, argumentou.

Entretanto, Flávio diz ter esperança de que as negociações rendam bons resultados. “Estamos acreditando principalmente pelas palavras da Dilma, que falou que essa gestão seria da ‘pátria educadora’”, falou, se referindo ao lema do novo governo da presidente.

Greve dos servidores

Quando questionado sobre o indicativo de greve dos servidores administrativos da UFG para o mês de maio, Flávio destacou a diferença entre as situações das categorias. “Os técnicos tiveram uma experiência muito ruim na última negociação, então esse indicativo é também uma forma de pressão”, salientou.

Com informações do Jornal Opção Online

 

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Agência Proifes

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