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Pelo direito de convívio social sem transfobia e todo o tipo de discriminação

 

O Fórum Social Mundial é um evento que há 20 anos se propõe a construir uma nova sociedade ou ao menos uma convivência mais plural e inclusiva. O lema oficial do evento passa essa ideia de renovação e progressismo: “Um outro mundo é possível”.

Ironicamente, no entanto, existem barreiras até adentrar num evento onde, por princípio, se pode circular sem receios ou amarras na auto-expressão. Foi o que aconteceu com Keila Simpson, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), que sequer conseguiu chegar à mesa para a qual foi convidada a participar no Fórum. Ainda no aeroporto, Simpson foi barrada e deportada. O motivo é que seu nome social não correspondia ao nome de seus documentos. A presidenta do SINDIEDUTEC, Rosangela Gonçalves, passou por situação parecida, inclusive junto com Keila Simpson, porque seu nome estava abreviado em um documento e em outro não. No entanto, ela conseguiu entrar no país e participar do evento.

Sobre o tratamento dado a elas, a presidenta do sindicato relatou que o sentimento era de humilhação e deboche. “Lá dentro a maioria dos guardas eram jovens. Sentamos, tiraram nossos celulares e bolsas. Sentimos deboche e a situação já era muito desagradável porque era uma sensação de humilhação. Perguntei porque estávamos ali e o menino debochou dizendo que tínhamos feitos coisa errada nos nossos nomes. Não podíamos fazer nada e nem falar com ninguém. Não reconheceram a legitimidade da identidade de gênero dela”, explicou.

O SINDIEDUTEC repudia o comportamento transfóbico a que Simpson foi submetida por entender que se tratou de uma humilhação desnecessária em que a identidade de uma pessoa foi simplesmente ignorada e repelida. Além de não oferecer perigo à nação mexicana, sua volta estava com a data prevista. A auto-identificação define e situa o indivíduo no seu lugar social. A negação a isto é violência e, no caso de Simpson, violência de gênero, situação que vem se tornando mais e mais inaceitável.

Fonte: SINDIEDUTEC-Sindicato

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