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Novas entidades assinam acordos com Governo

Nos últimos dias, mais entidades representativas de servidores federais fecharam acordos de reajuste de salário e mudanças de carreira, além de reposição de trabalho devido às greves ou paralisações: FASUBRA-SINDICAL (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS). Vale destacar que ambas aceitaram o reajuste de salário de 5,5% para agosto de 2016 e 5,0% para janeiro de 2017; mesmos percentuais dos acordos que já foram assinados por representantes dos servidores e idênticos aos que foram propostos ao PROIFES-Federação em 24 de setembro.

No caso da FASUBRA, o acordo salarial e de carreira, além do reajuste, prevê, entre diversos pontos, revisão nos auxílios saúde, alimentação e pré-escola, acréscimo de 0,1% no step da carreira a partir de janeiro de 2017 e espaço para promover amplo debate sobre “democratização“ da Instituição Federal de Ensino, que terá a participação da FASUBRA, do PROIFES-Federação, de outras entidades sindicais, do governo, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Veja acordo completo no site da entidade.

No texto de reposição de trabalho, a federação se compromete e participar do acompanhamento de plano para reestabelecimento da prestação de serviços à sociedade. Acesse aqui a íntegra.

Já o documento sobre salário/carreira firmado pela CNTSS, que representa, com outras entidades, os trabalhadores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), assegura a mudança nas regras que garantem a média dos últimos cinco anos do valor da gratificação de desempenho para fins de aposentadoria e revisões nos auxílios saúde, alimentação e pré-escola, da mesma forma como aceito pela CONDSEF no primeiro acordo assinado este ano (acesse matéria). Saiba mais aqui.

Leia também as condições da reposição de horas do INSS.

O PROIFES-Federação, por sua vez, fez contraproposta ao governo no dia 30/09 (leia matéria aqui), mas até o momento não recebeu resposta por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A entidade aguarda para o mais breve possível manifestação do governo para que possa debater um possível termo de acordo a ser submetido à consulta nacional entre os docentes federais. A entidade entende que fez todos os esforços no sentido de chegar a um entendimento e que a responsabilidade de não ter avanços ainda para os professores é de total responsabilidade do governo.

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Agência Proifes

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