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SINDIEDUTEC assina manifesto contra cortes na Educação e apresenta documento ao Congresso Nacional

Publicado em : 24/09/2020

 

Na última terça o SINDIEDUTEC esteve presente na apresentação do manifesto contra os cortes na Educação. A Carta aos Parlamentares do Paraná Contra os Cortes na Educação”,foi lançada no dia 08 de setembro, mas foi apresentada ao Congresso Nacional no dia 22.O próximo passo deve ser o encaminhamento do documento ao MEC.

Além da presidenta do SINDIEDUTEC, Rosangela Oliveira, estiveram presentes também representantes dos campus IFPR Barracão, Joaquim de Lima, e Umuarama, Carlos José Dalla Nora. O diretor do Campus IFPR Jacarezinho, Rodolfo Fiorucci, também participou do evento, além de Nilton Brandão, representando o PROIFES.

Ao todo, mais de 50 dirigentes sindicais, entidades, doutores, professores, políticos, alunos e personalidades assinaram a carta que será enviada a toda a bancada de deputados federais e senadores paranaenses no Congresso Nacional.

O documento destaca o desmonte da Educação promovido pela gestão Bolsonaro. “O Brasil está vivendo o oposto do bom senso mundial no que concerne às políticas educacionais. O País caminha rumo ao colapso educacional, científico e tecnológico; e com a previsão de cortes nas verbas discricionárias da educação, para 2021, o processo de deterioração superestrutural (economia, trabalho, saúde, política, sistema judiciário, cultura e sociedade) será ainda mais acentuado. Em termos comparativos com a PLOA 2015 (R$ 46,8 bilhões), a PLOA 2021 prevê menos da metade dos recursos para manutenção e investimento nas instituições, totalizando R$ 20 bilhões”, destaca o manifesto.

Em outro ponto, o documento afirma que “Essas instituições públicas respondem por quase 98% de toda produção científica brasileira, mesmo com os baixos investimentos. O Brasil investe menos da metade por aluno do que é investido em outros países da OCDE e o Ministério da Defesa terá aumento substancial no orçamento 2021 (sem contexto de guerra), enquanto isso, na prática o Ministério da Educação sofrerá uma implosão em verbas discricionárias”, ressalta.

O corte de verbas discricionárias é grave pois mesmo que não afete a folha de pagamento dos servidores, ele afeta o funcionamento das IFEs. Paulo Yamamoto, pró-reitor de Desenvolvimento e Planejamento, diz que este é um desmonte na estrutura das instituições. “O que se perde são repasses que proporcionam o desempenho prático do IFPR, como contas de luz, terceirizados, água, internet e etc., que afetam o funcionamento não só dos prédios mas das aulas e grades curriculares”, explica.

Fonte: Ascom SINDIEDUTEC-Sindicato












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