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Legislativo potiguar homenageia a trajetória de 40 anos do ADURN-Sindicato

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Legislativo potiguar homenageia a trajetória de 40 anos do ADURN-Sindicato

No momento em que o governo federal elege a Educação e os movimentos sociais e sindicais como inimigos, o legislativo potiguar faz homenagem aos 40 anos do ADURN-Sindicato, entidade representativa dos docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Proposta pelo deputado estadual Francisco do PT, a sessão solene aconteceu nesta quarta-feira, 28, e foi um momento de reconhecer, também, o papel dos dirigentes que estiveram à frente das 21 gestões que conduziram política e administrativamente a entidade.

“O ADURN-Sindicato é uma das mais representativas e respeitadas entidades sindicais do Rio Grande do Norte e, ao longo de 40 anos de história, se consolidou como uma organização que norteia sua ação na defesa da Universidade Pública e dos interesses do povo brasileiro, com base em princípios como pluralidade, soberania nacional, independência e democracia. Podemos dizer, sem medo de errar, que de 1979 até os dias atuais a ADURN esteve presente em todas as grandes lutas do povo brasileiro”, destacou Francisco do PT.

Fundado no contexto da transição democrática brasileira, o ADURN-Sindicato chega aos 40 anos como protagonista de uma luta que não lhe é inédita, afinal, em quatro décadas de existência participou de momentos marcantes da história do país, atravessando períodos de fragilidade política e econômica, desde os últimos anos do regime ditatorial até os dias atuais.

“Nós lutamos não apenas pela volta da democracia, mas contra o atraso do ensino no país e o sucateamento das universidades. Mais do que a carreira docente, o que está em jogo é a estrutura onde trabalhamos por tantos anos. A UFRN está sob ameaça, e o ADURN-Sindicato está na linha de frente em defesa dela”, ressaltou Wellington Duarte, atual presidente do Sindicato, falando no ato em nome dos homenageados.

No atual contexto, o ADURN-Sindicato retoma as antigas pautas que há tempo haviam sido superadas, como o sucateamento das universidades públicas, a perda de direitos trabalhistas, o descaso à estrutura estatal brasileira e, sobretudo, em busca da retomada do Estado democrático de direito, fragilizado após o golpe de 2016.

“Se necessário for, o ADURN-Sindicato passará mais 40 anos defendendo a democracia, a civilização, a UFRN e, sem dúvidas, estará na linha de frente contra todos os retrocessos”, avaliou Duarte.

Fotos: Eduardo Maia

Fonte: Ascom ADURN-Sindicato

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