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IEAL: Conselho de Presidentes analisa o estado da educação pública em cada país

A reunião do Conselho de Presidentes e Secretários Gerais da Internacional da Educação da América Latina (IEAL), realizada nos dias 8 e 9 de julho, em San José, Costa Rica, realizou uma análise da situação da educação e dos direitos de trabalho em cada um dos países que compõem a federação.

A análise foi verbalmente compartilhada pela representação de cada país, em sessão plenária. Através deste processo eram evidentes avanços e retrocessos no que diz respeito à educação pública e à situação dos professores nos vários países da América Latina.

A discussão foi realizada com o propósito de socializar situações e fortalecer a mobilização nos diferentes territórios da região. Os presentes ainda fizeram declarações de solidariedade e apoio para as situações mais urgentes.

Das principais decisões tomadas pelo grupo, destaca-se a aprovação do Observatório da Educação da América Latina, Portal virtual que estará no ar em breve.

Os sindicatos também definiram agenda para o próximo período, que inclui reunião dos profissionais não-docentes em São Paulo de 4 a 6/09, encontro da Rede de Mulheres em Recife, de 16 a 19/09, encerramento da Campanha “Unámonos por la Educación Pública” (“Unidos pela Educação Pública”, em tradução livre) no dia 23/09 em Buenos Aires, além das conferências Regional e Mundial, em maio e julho de 2015.

No encontro participaram dirigentes sindicais da Argentina, do Brasil, da Bolívia, do Chile, da Colômbia, da Costa Rica, do Equador, de El Salvador, da Guatemala, de Honduras, do México, da Nicarágua, do Peru, da República Dominicana e do Uruguai.

Pelo Brasil estavam os presidentes do PROIFES-Federação e da CNTE, respectivamente, Eduardo Rolim de Oliveira e Roberto Franklin de Leão, além da vice-presidente do Comitê Regional da IEAL, Fátima Silva. Também participou o secretário geral da IE mundial, Fred van Leuween, da Holanda.

O PROIFES-Federação é uma das três entidades brasileiras filiadas à IE, central que reúne 39 milhões de trabalhadores no mundo inteiro.

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Agência Proifes

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