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Em nota, ADURN-Sindicato esclarece sobre “reajuste” salarial para os docentes

A diretoria do ADURN-Sindicato esclarece aos docentes que o acordo salarial, fechado em 2015, ainda no governo Dilma e tornado Lei em julho de 2016, já no início do governo do golpista Temer (Lei 13.325/2016), estabeleceu reajustes salariais via reposição inflacionária, sendo a primeira em agosto de 2016 e a segunda em janeiro de 2017.

Nesse acordo também ficou colocado o restabelecimento da lógica na tabela salarial, o que deveria acontecer em 3 etapas: 2017, 2018 e 2019. Em agosto de 2017, em meio a muitas dúvidas, a primeira parte do acordo foi cumprida, já a segunda parte está prevista para agosto de 2018.

Nos últimos meses, o PROIFES-Federação tentou antecipar essa segunda etapa para janeiro de 2018, no entanto não obteve êxito, recebendo uma negativa intransigente do atual governo.
Nesse sentido, em 2018 e 2019, os docentes, a princípio, não terão seus salários reajustados, porém serão reordenados nas tabelas salariais, o que implica em variações pequenas nos rendimentos dos professores.

Desde janeiro de 2017 o PROIFES-Federação tenta abrir negociações com o governo golpista, mas este, de acordo com sua lógica, nem sequer abriu diálogo, portanto, estamos discutindo as diversas formas de atuar nesse processo.

MP 805
A Medida Provisória 805, que está suspensa, refere-se a reajustes acordados com todas as categorias e isso incluiria o nosso acordo tornado Lei, mas a suspensão feita pelo STF mantém o mesmo em vigor.

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Agência Proifes

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