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Em Brasília, Adufg-Sindicato participa de jornada de lutas em defesa da reposição emergencial de 19,99%

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Em Brasília, Adufg-Sindicato participa de jornada de lutas em defesa da reposição emergencial de 19,99%

Representantes do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) e da Proifes-Federação participaram da jornada de lutas aprovada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais (Fonasefe), em Brasília (DF). As atividades, realizadas de terça (29/03) a quinta-feira (31/03), reivindicaram reposição salarial emergencial de 19,99% para todos os servidores públicos, defasagem acumulada por todas as categorias federais durante os três anos de governo de Jair Bolsonaro.

“A ideia do Governo Federal é que o reajuste para servidores federais seja de 5%. Porém, nossa luta é pelos 19,99%, uma reposição da inflação pelo menos deste governo. Nós, professores das universidades e institutos federais, estamos com quase 40% de perda inflacionária. Por isso, nossa luta continua! Pedimos que todos se mobilizem nesse movimento também pelas redes sociais, nos ajudando para que nossa reinvindicação seja atendida”, reforçou o presidente do Adufg-Sindicato, professor Flávio Alves da Silva, durante uma das atividades em frente ao Ministério da Economia.

O diretor de Assuntos Interinstitucionais do Adufg-Sindicato, professor Luís Antônio Serrão Contim, também participou dos atos. “Os servidores públicos federais estão sem qualquer reajuste desde 2016, ou seja, são quase 6 anos de arrocho. Enquanto o Governo Federal tem dinheiro para banqueiro, fundão, orçamento secreto, o nosso orçamento familiar tem sido estrangulado. Trata-se de uma luta necessária. Vamos continuar defendendo os nossos direitos”.

Além deles, esteve presente em Brasília a professora da Universidade Federal de Jataí (UFJ), Luciana Silva Rocha Contim. Na ocasião, ela lembrou do dia 31 de março de 1964, no qual teve início um dos capítulos mais tristes da história brasileira: a ditadura. “Enquanto estamos aqui defendendo nossos direitos, do outro lado do Eixo Monumental há pessoas comemorando o golpe que aconteceu em 64, chamado por eles de ‘revolução’. Podemos perceber o contrassenso. Alguns querendo Justiça, reivindicando o reajuste salarial, outros comemorando pessoas que foram torturadas, caladas e mortas durante a ditadura”.

Fonte: ADUFG-Sindicato

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