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CD do PROIFES reafirma intensificação das mobilizações contra reformas

À luz da conjuntura de violação dos direitos e do processo de desmonte do Estado, do serviço público e das políticas educacionais preteridos pelo Governo Temer (PMDB), o Conselho Deliberativo do PROIFES-Federação, reunido em Brasília entre os dias 1 e 2 de setembro, fez uma revisão das resoluções aprovadas no XIII Encontro Nacional, avaliou o resultado da reunião com o Ministério do Planejamento e discutiu estratégias de enfrentamento do PROIFES e sindicatos federados.

“A reunião do CD teve como objetivo discutir as pautas atuais da entidade, principalmente as ações do PROIFES contra as reformas do governo, reafirmando nossa posição contrária à reforma da Previdência, às mudanças que estão sendo implementadas, sem nenhuma discussão, contra a educação, à nossa ideia de continuar junto às demais entidades dos servidores públicos e às Centrais para barrar esse processo de desmonte do Estado e do serviço público no Brasil”, pontuou Eduardo Rolim, presidente do PROIFES-Federação.

Esses temas aliados à conjuntura política e econômica e às reformas balizaram as discussões que foi bastante intensas quanto às estratégias de como fazer o enfrentamento. “Fomos bastante incisivos nas discussões das ações prioritárias da entidade nesse segundo semestre, dentre elas destaca-se a ação protagonista que a Federação tem tido no Fórum Nacional Popular de Educação e na construção da CONAPE”, ressalta Rolim.

“Mais uma vez, o CD se reúne com os sindicatos federados ao PROIFES para discutir e efetivar as ações apontadas pelo Encontro Nacional, a exemplo de nossa participação na CONAPE, nas etapas municipais, distrital, estaduais e nacional, seguindo o protagonismo da Federação nesse processo”, avalia a vice-presidente do ADURN-Sindicato e diretora da Federação, Gilka Pimentel.

Com preocupação, os conselheiros avaliaram o momento atual de redução às mínimas proporções do Estado e das políticas públicas como muito grave, afirmando que as ações, propostas e projetos que tramitam no Congresso Nacional e que ameaçam os direitos humanos, trabalhistas e previdenciários no país se articulam e contrariam o artigo 3º da Constituição. Por unanimidade, o conselho chamou a necessidade de uma articulação coletiva para barrar os retrocessos.

A reunião cumpriu, ainda, o papel de encaminhamento das resoluções debatidas, aprofundadas e aprovadas no XIII Encontro Nacional, realizado em Porto Alegre, efetivando a concretude de cada uma das ações para o próximo período, e organizando, também, os grupos de trabalho da Federação, que têm discutido uma série de temas ligados a Direitos Humanos, às políticas de privatização da Educação e à Previdência.

Fonte: Ascom ADURN-Sindicato

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Agência Proifes

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