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Ato político-cultural marca abertura do Fórum Social das Resistências em Porto Alegre/RS

No final da tarde desta terça-feira (26), o ADURN-Sindicato se somou às centenas de pessoas que ocuparam as ruas do Centro Histórico da cidade de Porto Alegre/RS no ato político-cultural que marcou a abertura do Fórum Social das Resistências. O evento, que acontece até o dia 30 de abril, reúne sindicatos, federações, centrais sindicais e movimentos sociais com o objetivo de produzir propostas para o debate internacional do Fórum Social Mundial (FSM2022) que será realizado no México, em maio.

Com música e arte, o ato chamou a atenção dos trabalhadores e trabalhadores que passavam pelo local para os desmandos do governo Bolsonaro. “Fortalecer a luta contra a extrema direita e buscar soluções para a retomada do desenvolvimento do país são os desafios centrais deste Fórum e, para isso, é fundamental que possamos envolver a sociedade nesse movimento”, afirmou a diretora do ADURN-Sindicato e do PROIFES-Federação, Gilka Pimentel.

Amanhã (27), segundo dia de Fórum, o PROIFES-Federação tem uma programação intensa. Com o tema “Fome não é fake – Direitos Humanos negligenciados no Brasil pós-golpe”, a primeira atividade da Federação está agendada para as 9h, no Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa). O presidente do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão, é um dos participantes da roda de conversa que conta ainda com a participação das professoras Maria Elizabeth da Silva (APUB-Sindicato) e Sônia Ogiba (ADUFRGS-Sindical). Mais tarde, às 15h, a Procissão “Nossa senhora da fome”, vai percorrer o  Largo Glenio Peres, chamando a atenção do público para as mazelas que assolam o Brasil.

Fonte: ADURN-Sindicato

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