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ADURN-Sindicato repudia manifestações pela volta do regime militar

O mundo e o país estão vivenciando a maior crise sanitária dos últimos cem anos, que já tem fortes repercussões na esfera social e econômica, exigindo dos governos uma resposta rápida e contundente em defesa da vida e de dar condições estruturais para que a sociedade se recupere dessa provação.

Infelizmente, o Brasil, que nos 131 anos de vida republicana viveu 61 sob ditaduras, 41 sob um sistema de poder oligárquico, encontra-se num seleto rol de países em que seus governantes se posicionam contra a vida e flertam com a morte, e ainda estimula o retorno à ditadura.

Neste domingo (19), o país viu um grupo de pessoas, incentivadas pelo presidente da República Jair Bolsonaro, que participou dos atos, se manifestarem em defesa do fim do isolamento social e escancaradamente de um golpe militar. Um movimento de natureza opressora e medieval, frontalmente contrário à Constituição.

O ADURN-SINDICATO repudia de forma veemente as atitudes autoritárias e irresponsáveis do presidente da República e se junta à sociedade civil organizada para se manifestar em defesa da democracia, já tão aviltada desde o Golpe parlamentar de 2016, e pela preservação do Estado Democrático de Direito.

Os democratas e patriotas devem unir esforços pra defender a vida e a democracia, pois, num momento em que vivemos uma gravíssima crise sanitária de caráter mundial, não podemos aceitar ameaças diretas aos poderes Legislativo e Judiciário, sugerindo o desmonte definitivo da democracia no Brasil, urge a necessidade de um governo democrático e que respeite a vida para governar o País.

Diretoria do ADURN-Sindicato

Fonte: Ascom ADURN-Sindicato

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Agência Proifes

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