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ADURN – 10 de dezembro: O papel da sociedade na defesa dos Direitos Humanos no centro da reflexão

O artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, porém, passados 72 anos da adoção da Declaração pela Organização das Nações Unidas, o que determina esse e muitos dos 29 artigos que o sucedem ainda está longe de ser uma realidade para mulheres, negros e negras, para a comunidade LGBTQI+, para os povos originários e para outros tantos que sofrem cotidianamente violações aos seus direitos e liberdades fundamentais.

As violações aos Direitos Humanos tornaram-se ainda mais evidentes em 2020, ano em que o mundo enfrenta a maior crise sanitária das últimas décadas. A pandemia de Covid-19, que já vitimou 178 mil brasileiros, revelou o quanto ainda precisamos avançar na garantia dos direitos à saúde, à moradia digna, à água potável e infraestrutura sanitária. Necessidade básicas e fundamentais para o enfrentamento à propagação do vírus.

Paralelo a isso, o Brasil vive um período de retrocessos com um governo federal que promove o desmonte de políticas públicas voltadas para a inclusão, saúde mental, assistência social, política para as mulheres, além de ameaçar garantias constitucionais conquistadas a partir de muita luta da sociedade civil organizada e fomentar o discurso de ódio.

Diante disso, neste dia 10 de dezembro, data em que o mundo celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos, o ADURN-Sindicato convida a sociedade e, sobretudo, professores e professoras a fazerem uma reflexão sobre o papel que cada um de nós temos na luta para que todos e todas possam viver com liberdade, dignidade e respeito.

Também reitera o seu compromisso em promover espaços de debates e formação, que contribuam para a construção de políticas e ações de Educação para os Direitos Humanos e a Democracia.

A Diretoria

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