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ADUFRGS visita professores do IFRS Campus Sertão para falar sobre Future-se e Reforma da Previdência

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ADUFRGS visita professores do IFRS Campus Sertão para falar sobre Future-se e Reforma da Previdência

Sindicato esclareceu dúvida dos docentes sobre os temas

Na última sexta-feira, dia 9 de agosto, a ADUFRGS-Sindical foi conversar com os professores do IFRS Campus Sertão sobre os impactos da reforma da previdência na vida dos docentes federais e também sobre o programa Future-se, que o governo pretende instituir nas instituições federais de ensino. As mobilizações para o dia 13 de agosto e o papel do sindicato em tempos de ataque à educação pública também foram pauta no debate na instituição localizada no norte do Estado.

Falando para uma plateia com professores e técnicos, o diretor da ADUFRGS, Eduardo Rolim, apresentou uma palestra sobre os efeitos que estão por vir com a Reforma da Previdência, especialmente para os professores federais. Ele reconhece que a aprovação da reforma é uma tendência no Senado, mas que ainda tem espaço para que a mobilização dos servidores e trabalhadores e geral possa reduzir os danos no texto final.

Já o vice-presidente da ADUFRGS, Lúcio Vieira, falou sobre o Future-se. Para ele, é necessário convencer a sociedade de que o projeto não resolve o principal problema que já existe nas universidades e institutos federais, ou seja, a falta de autonomia para gerir os recursos captados do setor privado. O projeto Future-se prevê isso, mas as instituições precisariam obrigatoriamente aderir as organizações sociais, que ficariam responsáveis pela gestão do patrimônio, gestão administrativa, incluindo o pessoal, e a gestão didático-pedagógica. “É a perda total da autonomia das universidades que está prevista na constituição”, alerta.

No final do encontro, o diretor da ADUFRGS, Eduardo Silva, e a professora do Colégio de Aplicação, Maria de Lourdes Gomes, falaram sobre a atuação do sindicato diante da agenda de ataques ao servidor público e à educação.

A professora do IFRS Campus Sertão, Márcia Amaral Correa, destacou que diante conjuntura política adversa, o papel de um sindicato docente é ainda mais importante no sentido de trazer proteção à categoria e aos direitos, além de lutar em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade.

Texto e fotos: Araldo Neto

Fonte: Portal Adverso

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