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57 anos do Golpe Militar de 64: nunca houve e nem há o que se comemorar

Na data em que se completam 57 anos do golpe militar de 1964, a Diretoria do ADURN-Sindicato vem a público reafirmar o seu posicionamento quanto a este golpe de Estado que, à época, encerrou o governo do presidente democraticamente eleito João Goulart e instalou uma ditadura que, até os dias atuais, assombra o povo brasileiro.

Envolto em uma crise política, econômica, social e de saúde pública, o Brasil tem vivido tempos de apreensão. Aquele que, por ter sido eleito pelo voto popular, deveria tomar as rédeas da situação, tem minimizado o caos. No mesmo mês em que chegamos a mais de 300 mil mortes por COVID-19, o presidente Jair Bolsonaro esteve ocupado buscando na justiça o direito de celebrar o referido ato autoritário, violando fundamentos do Estado de Direito e da Democracia.

Enquanto isso, os nossos números têm estampado manchetes na imprensa nacional e internacional – “Brasil lidera número de mortes diárias por Covid-19 no mundo em março”;” Desemprego no país é de 14,2% e atinge 14,3 milhões de pessoas, diz IBGE”; “Fome volta a crescer no Brasil e atinge 10,3 milhões, aponta IBGE” – denunciando a incompetência de um governo genocida.

Não bastasse a crise, Bolsonaro tenta insistentemente instituir no país medidas autoritárias, e o pedido de renúncia conjunta dos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha, no início desta semana, intensifica o alerta para o fato de que o país pode estar na iminência de sofrer um novo golpe.

Diante disso, neste 31 de março a Diretoria do ADURN-Sindicato reitera que segue firme na luta contra o autoritarismo e em defesa da Democracia.

Fonte: Ascom ADURN-Sindicato

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Agência Proifes

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