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Palestra no ADUFG-Sindicato discute previdência privada

Publicado em : 14/12/2018

A pergunta que, atualmente, mais se escuta nos corredores de uma instituição pública é: vale a pena migrar para a Funpresp? Aderir ou não aderir uma previdência complementar? A proposta torna-se ainda mais tentadora num cenário em que se discute a PEC (PEC) 287/16, que dentre os pontos propõe o aumento da idade mínima e do tempo de contribuição para se aposentar. A questão foi tema de palestra realizada na manhã desta quinta-feira, dia 13 de dezembro, para professores da Universidade Federal de Goiás (UFG). O evento, que aconteceu na Escola de Agronomia, contou com a participação Ricardo Mangelli Júnior, gerente comercial do Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), e foi mediado pelo assessor jurídico do Adufg-Sindicato, Elias Menta, e pelo diretor financeiro, Thyago Carvalho Marques.

Abrindo o debate, Menta introduziu aos participantes questões legais relacionadas à aposentadoria para o magistério superior e as regras atuais para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Na sequência, o advogado apresentou conceitos importantes, como integralidade, paridade, benefício complementar, contribuição de inativos, base de cálculo e aposentadoria por média. Em sua apresentação ele também destacou as quatro gerações de aposentadoria e os direitos estabelecidos em cada uma delas, e sobre as mudanças propostas para a reforma da previdência. “Estamos à disposição para orientar a todos os professores e professoras. Antes de tomar qualquer iniciativa, nos procurem no sindicato. Podemos explicar melhor como funciona cada ponto e tirar todas as dúvidas. Estamos falando do futuro, é importante ter consciência de cada decisão”, recomendou o assessor jurídico.

Em seguida, Ricardo Mangelli Júnior iniciou a discussão sobre a Funpresp. Em sua apresentação, ele explicou os aspectos legais da previdência complementar, como funciona a migração, o que é os benefícios, e como funcionam as aposentadorias e pensões do regime. De acordo com Mangelli, a Funpresp pode ser uma excelente opção para os servidores, já que possui taxas de carregamento de até 7% (que pode cair para 4,5% conforme o tempo de contribuição), maior rentabilidade, contribuição paritária, e cobertura por morte e invalidez. Entretanto, o especialista também recomendou calma aos professores. “Essa é uma responsabilidade sua, não terceirize essa decisão. Se tiver dúvidas, procure ajuda de uma consultoria jurídica para entender melhor a questão. Às vezes as pessoas escutam histórias boas e ruins de outras pessoas que aderiram à Funspresp, mas não procuram saber como é a realidade. Então, estudem o assunto, procurem informações, não se abstenha”, aconselhou.

O diretor financeiro do Adufg-Sindicato, Thyago Carvalho Marques, também esteve presente no debate. Associado à terceira geração de servidores, àqueles que ingressaram após a EC41 e antes da criação da Funpresp, ele contou aos participantes sobre a sua experiência e disse que apesar de não ter migrado totalmente, utiliza a Funpresp como uma previdência complementar ao RPSP. Em seguida, o diretor abriu espaço para as perguntas do público.

Érico de Campos ingressou há sete anos no serviço público e participou ativamente do debate. Professor do curso de Agronomia e da Engenharia Florestal, ele conta que tinha muitas dúvidas sobre o tema, e que apesar da palestra ter esclarecido grande parte delas, ele ainda não tem certeza se deve ou não aderir à Funpresp. “É o meu futuro e o futuro da minha família. É muito difícil tomar uma decisão que vai influenciar a minha vida daqui a 40 anos. Ainda não sei o que fazer”, lamentou. 

Fonte: Ascom ADUFG-Sindicato






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