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Maior presença de Mulheres na Ciência será debatida na UFRN

Publicado em : 28/02/2020

O Brasil ocupa posição de destaque no número de publicações por mulheres, que assinam 72% dos artigos científicos. No entanto, o número de pesquisadoras ainda é menor que o dos homens. Essa realidade, que faz parte do cotidiano das mulheres nas Instituições de Ensino de todas as regiões do país, abrirá as atividades alusivas ao Dia Internacional da Mulher na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no próximo dia 4 de março.

Com o tema “Mulheres pesquisadoras: conquistas, perspectivas e desafios”, o debate promovido pelo ADURN-Sindicato está marcado para às 9h, no auditório da Biblioteca Central Zila Mamede, e pretende discutir o caminho a ser percorrido para garantir a presença feminina nos mais altos postos, entre os pesquisadores com níveis mais altos do CNPQ, nos conselhos superiores das universidades e nas agências de fomento à pesquisa.

Na mesa de debates, a professora Gilka Pimentel, mestre em Educação, mediará a discussão da presença feminina na ciência que será feita pela cientista social e única pesquisadora negra do Departamento de Comunicação Social da UFRN, Denise Carvalho, e pela psiquiatra e neurocientista, Natália Mota.

Denise Carvalho

Cientista social negra e pesquisadora de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Denise Carvalho é doutora em Sociologia e mestre em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo (USP).

Atualmente participa do grupo de Estudos Pragmática da Comunicação e da Mídia: teorias, linguagens, indústrias culturais e cidadania da UFRN (PRAGMA/UFRN).  E já atuou como pesquisadora no Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV/USP) em Estudos sobre direitos humanos, homicídios, análise da Violência policial e do linchamento, Ouvidorias de Polícia e redução da letalidade em ações policiais no Brasil.

Natália Mota

Com graduação, mestrado e doutorado pela UFRN, Natália nunca saiu do Nordeste para estudar. Ela integra o laboratório Sono, sonhos e memória, do Instituto do Cérebro da UFRN, e pesquisa temas relacionados à psiquiatria e às neurociências. Em seus trabalhos, desenvolveu um algoritmo computacional que consegue diagnosticar a esquizofrenia através da fala do indivíduo com até 90% de acurácia, o que lhe rendeu o prêmio “Nature Research Awards for Inspiring Science and Innovating Science 2019”, uma das mais tradicionais revistas científicas do mundo.

Além de suas contribuições nesse campo, a cientista trabalha pela inclusão das mulheres na ciência, coordenando um grupo de pesquisadoras chamado Sci-Girls, a fim de trocar experiências e suporte mútuo.

Fonte: Ascom ADURN-Sindicato





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