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Ensino remoto é discutido em Assembleia do Adufg

Publicado em : 03/07/2020

Questões relacionadas ao ensino remoto foram discutidas na tarde desta quinta-feira (02/07), em Assembleia Geral Extraordinária promovida pelo Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato). Por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as discussões foram realizadas pela internet, por meio da plataforma Zoom. Na ocasião, foi definido que o sindicato reivindicará, por meio de ofício, auxílio de conectividade para os professores das três universidades federais goianas (UFG, UFJ e UFCAT). 

Ao iniciar as discussões, o presidente do Adufg-Sindicato, professor Flávio Alves da Silva, lembrou dos desafios que a pandemia impôs nas mais diversas áreas. Segundo ele, a educação foi uma das mais atingidas. “O momento exige união porque o ensino precisa ser retomado e, ao mesmo tempo, não podemos colocar nossas vidas e a vida dos nossos alunos em risco. Enquanto uma vacina contra o vírus não for encontrada, precisamos encontrar alternativas juntos”, afirmou.

A vice-reitora da UFG, professora Sandramara Matias, explicou aos docentes que a universidade tem estudado opções remotas de ensino. “Iniciamos as discussões neste sentido logo após a suspensão do calendário acadêmico atuando em grupos temáticos que propuseram ações de trabalho e aplicaram questionários”, disse. Segundo ela, a pesquisa foi aprofundada para que a obtenção de dados significativos.

Sandramara destacou, ainda, que também estão sendo discutidas ações para minimizar a questão do acesso ao ensino remoto. “Temos muitos desafios e outros devem surgir”. A vice-reitora também parabenizou a comunidade acadêmica pela busca de soluções. “Precisamos procurar estratégias para que a universidade continue cumprindo seu papel”, salientou.

A fala foi aberta e professores contra e favoráveis ao ensino remoto puderam se manifestar. O docente Alexandre Aguiar dos Santos afirmou que a questão é complexa. “É algo complicado. Não acho que podemos dar conta disso em uma assembleia”, afirmou. Ele propôs a criação de um congresso de delegados das unidades para dar continuidade às discussões. No entanto, a proposta foi reprovada ao ser colocada em votação.

A professora Rosana Borges lembrou que a crise não estava prevista. “Percebo que a universidade tem tentado dar expostas para uma situação que ninguém esperava. Não podemos negar os dez mil estudantes que se candidataram para mil vagas ofertadas de núcleo livre”.

Crise política
Na abertura da assembleia, o presidente do Adufg-Sindicato, professor Flávio Alves da Silva, destacou que a crise sanitária da Covid-19 no Brasil foi transformada em crise política, com impactos em áreas, como saúde e educação. “Batemos a marca de 60 mil mortes e o Governo Federal ainda não está alinhado com governos estaduais e municípios. Não há uma única política focada na solução da crise”, ressaltou.

Flávio também lembrou o papel das universidades no enfrentamento à pandemia. “Mesmo diante da falta de ação do Governo Federal, Estados e municípios, nós temos feito nossa parte. Sem os esforços da comunidade acadêmica, o impacto do coronavírus seria ainda maior”, disse ao destacar o trabalho realizado por professores e pesquisadores no combate à doença.

Fonte: Ascom ADUFG-Sindicato



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