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Ato político pede fim da violência e defende os direitos das mulheres

Publicado em : 09/03/2020

Centenas de mulheres se reuniram nesta segunda-feira (09/03), na Praça Cívica, em Goiânia, no ato político em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Um dos principais objetivos do evento foi defender a vida e os direitos das mulheres. A agroecologia também esteve entre as bandeiras de luta da manifestação. “Mais de 50 instituições estão presentes conosco neste ato e queremos reforçar nosso compromisso com as mulheres do campo e da cidade”, explica a diretora de Assuntos Étnico-racial, de Gênero e Diversidade Sexual do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (SINT-IFESgo),Michely Coutinho.

De acordo com a diretora, o evento marca a largada para o calendário de lutas e mobilizações das centrais sindicais para 2020. Segundo ela, o evento também serve para conscientizar sobre a falta de políticas públicas para mulheres do campo, que não possuem estrutura de delegacias especializadas para atendimento das mulheres que sofrem violência, por exemplo.

Outro ponto questionado pela diretora do Sint-Ifes é a falta de abrigos para mulheres que denunciam o seu violentador. “Em Goiânia, nós temos 20 delegacias que atendem as mulheres, mas e no campo? Também não temos um local seguro para essas mulheres ficarem depois que denunciam alguma violência. Nós tínhamos o Cevam, que era uma referência histórica, mas ele fechou no final do ano passado e agora não temos nada. Não temos políticas públicas que nos defender da violência, criticou.

O Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (ADUFG-Sindicato) apoia as manifestações em defesa dos direitos das mulheres. Para a diretora de Assuntos Educacionais, de Carreira e do Magistério Superior, professora Geovana Reis, o ato é importante em função do desmonte das políticas de proteção das mulheres contra a violência, e também dos ataques do governo aos direitos trabalhistas das mulheres, fazendo referência a nova Previdência que prejudica as mulheres. “Quanto mais falamos, mais vemos situações de feminicidio. As mulheres precisam de um dia internacional para poder colocar em evidência a situação de violência e discriminação que vivem diariamente. Isso porque a nossa sociedade está culturalmente programada para aceitar com naturalidade esse comportamento contra as mulheres”, disse.

O presidente do ADUFG-Sindicato, professor Flávio Alves da Silva, também destaca a importância das manifestações. “As mulheres de hoje e do futuro podem ter menos direito do que as mulheres de ontem por conta de um governo machista, que tenta cercear os direitos dos trabalhadores como um todo. A luta das mulheres também é nossa”, ressalta.

Fonte: Ascom ADUFG-Sindicato





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