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ADUFG-Sindicato se reúne com docentes em Catalão

Publicado em : 08/10/2018

Na última sexta-feira (5/10), o presidente do ADUFG-Sindicato, Flávio Alves da Silva, e o diretor para Assuntos Institucionais, Luis Contim, se reuniram com os professores de Catalão com a seguinte pauta:

1. Informes;

2. Negociação Unimed;

3. Alteração do estatuto do ADUFG;

4. Atuação do ADUFG-Sindicato do processo de estruturação da UFCAT;

5. Campanha pela revogação da EC95;

6. Encaminhamentos.

O presidente do ADUFG-Sindicato abriu a reunião abordando a campanha da UFG contra o assédio moral e sexual na universidade com o apoio do sindicato. Ele também abordou a criação do GT de Direitos Humanos do ADUFG e, por fim, finalizou abordando a nota divulgada no dia 5/10 com o posicionamento da entidade em relação às eleições nacionais e informou que uma assembleia deve ser convocada para discutir a conjuntura da política nacional com a categoria.

Foi comentado o atual momento do país e o complicado cenário das universidades e retrocessos para os servidores públicos.

Os docentes comentaram sobre a emenda constitucional 95 e a terceirização, que já são suficientes para destruir o setor público. Foi comentado que a precarização pode trazer como consequência suspender concurso público, não fazer reajuste e mesmo a ameaça da exoneração.

Também foi abordada a necessidade da universidade alcançar a população comum, no caso, qual seria o impacto da UFCAT na vida dessa população.

Outro ponto abordado foi o convênio com a Unimed. “Estamos em negociação com a Unimed que apresentou um reajuste de 16% e criamos uma comissão, a maior parte dela de professores da FACE, para fazer uma contraproposta para a Unimed”, explicou Flávio, assim como a proposta de fazer uma auditoria de todo o plano.

Estatuto

Uma das principais pautas debatidas foi a proposta de mudanças no estatuto do sindicato, especialmente a proposta de criar vice-presidentes regionais, para incluir membros de Catalão e Jataí mais presentes na diretoria do sindicato.

“Quem faz o sindicato é o sindicalizado. A proposta é dar autonomia para os docentes das novas universidades”, disse Flávio. “Por exemplo, hoje, em caso de greve, se Goiânia decide pela greve, isso vale para as demais. Achamos que não devemos ser assim. Devemos respeitar a autonomia local de cada universidade federal”.

Sendo assim, toda chapa que for montada precisará, necessariamente, compor com pelo menos um professor de cada universidade.

Outra alteração é que a responsabilidade pela Comunicação do sindicato deixa de ser do vice-presidente e passa a ser do diretor de Promoções Sociais, Culturais e Científicas, que passa a ser diretor de Comunicação, Promoções Sociais, Culturais e Científicas.

Por fim, o novo estatuto estipula a mudança nas eleições, deixando de ser por urna para passar a ser eletrônica. Para ser aprovado, o estatuto precisa de 20% dos votos dos sindicalizados. Uma assembleia deve ser convocada sobre as alterações e depois ele será votado.

Sede administrativa

O professor Luis Contim aproveitou a reunião para falar sobre a estruturação da sede administrativa própria em Jataí e dos planos de fazer a mesma coisa em Catalão.

 “O trabalho em Jataí começou mais cedo porque o número de filiados cresceu mais rapidamente. Quando cheguei lá em 2009 já tínhamos mais de 40 filiados”, contou, e comentou sobre como, na época, o sindicato parecia distante, “a gente sentia falta de uma presença maior”.

Em 2012 foi criada a sede administrativa lá e, com a presença e os serviços, o número dos filiados quase dobrou: “isso nos permite ter mais barganha e voz no sindicato”, disse. Foi proposto uma comissão de professores em Catalão para ampliar as ações sindicais na cidade.

Contim falou sobre aproveitar o timing da criação da UFCAT: “é uma instituição que passa a ser local, de grande importância”. Flávio também lembrou que em Catalão o ADUFG-Sindicato já tem crescido desde a criação da sede administrativa em Catalão há dois anos: “começamos com 6 filiados e agora estamos com 27, é um bom crescimento e a oferta desses serviços traz mais sindicalizados”.

O objetivo é que as sedes administrativas da UFJ e UFCAT possam oferecer os mesmos serviços da sede administrativa em Goiânia e com a mesma qualidade. Flávio e Contim falaram sobre o desejo de dar início a esse processo para que ambas as sedes saiam do papel nos próximos dois anos.

Os docentes debateram sobre o assunto e os possíveis ganhos para os professores da UFCAT com a consolidação de uma sede própria na cidade com a independência da universidade na região. O professor Flávio também se colocou a disposição para ir a Catalão com mais frequência de acordo com as demandas locais.

Fonte: Ascom ADUFG-Sindicato



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