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Adufg discute progressão e outras questões de carreira dos docentes com Reitoria da UFG

Publicado em : 23/07/2020

Representantes do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) estiveram reunidos nesta quarta-feira (22/07), com dirigentes da Universidade Federal de Goiás (UFG). O objetivo foi tratar de questões relacionadas à carreira dos professores que atuam na universidade. Um dos principais temas discutidos foi o cumprimento de decisão judicial sobre regras de progressão com base na sentença proferida em ação coletiva movida pelo sindicato.

Conforme destacado na reunião, parte da decisão ainda não foi cumprida. “Em muitos casos, não tem sido feito o que foi determinado pela Justiça no que diz respeito ao retroativo. Outro ponto é sobre os professores doutores que ingressaram na UFG como assistentes quando deveriam ter sido empossados como adjuntos e, mesmo após a sentença, a questão não está sendo resolvida”, explicou o advogado Igor Escher, da Assessoria Jurídica do Adufg.

Na reunião, também foi apresentada a proposta de flexibilização ou adequação das regras de progressão durante o período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A ideia é que isso seja feito por meio de resolução ou outra medida administrativa. “No primeiro semestre, os docentes passaram pouco tempo dentro de sala de aula, mas, mesmo em casa, tiveram sua produção acadêmica prejudicada”, ressaltou Igor.

Segundo o advogado, é preciso que sejam levadas em conta medidas de isolamento social e o ensino remoto, que será adotado pela universidade, no próximo semestre letivo. O reitor da UFG, professor Edward Madureira se comprometeu a encaminhar a questão ao Conselho Universitário (Consuni).

Outro assunto discutido foi a reorganização da carreira do magistério superior previsto pela Lei nº 12.772/2012. Nela, os níveis 3 e 4 das classes de auxiliar e assistente (hoje classes A e B) foram suprimidos. No entendimento da Assessoria Jurídica do Adufg, a universidade aplicou a tabela de transposição de forma equivocada, uma vez que um dos artigos define que não poderia haver qualquer tipo de interrupção na carreira. Todos os docentes da UFG que estavam nos níveis 2, 3 e 4 da Classe de Assistente em março de 2013 sofreram prejuízos, uma vez que foram transpostos ao novo plano de carreira, respectivamente aos níveis 1 e 2.

Por fim, foi tratada a forma de cumprimento do mandado de injunção sobre aposentadoria especial e abono de permanência para servidores com deficiência física. A questão será analisada junto com recurso que está sendo elaborado pelo Adufg.

De acordo com o presidente do sindicato, professor Flávio Alves da Silva, o Adug continuará cada vez mais firme na defesa dos direitos de todos os docentes. “Nossa categoria nunca precisou ser tão valorizada. Estamos trabalhando diariamente para garantir que todas as questões sejam resolvidas”. Também participaram da reunião virtual a vice-reitora da UFG, professora Sandramara Matias Chaves, assessor jurídico do Adufg, Elias Menta, e o coordenador de Assuntos Administrativos da Reitoria da UFG, professor Eriberto Francisco Bevilaqua Marin.

Fonte: Ascom ADUFG-Sindicato


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